Um dos destaques da Gazeta Mercantil desta quinta-feira, é que a Merck Sharp & Dohme vai incluirá o Instituto de Oncologia da Universidade de São Paulo e o Instituto Nacional de Controle do Câncer, do Rio de Janeiro, à sua rede mundial de pesquisas clínicas de oncologia. Com isso, o Brasil volta a receber investimentos do laboratório para estudos médicos - após um período de redução dos recursos, em função da burocracia do País para aprovação dessas pesquisas.
A mudança de cenário veio com a Resolução RDC 219, da Anvisa, que modificou o fluxo de aprovação de pesquisas e facilitou a importação de substâncias, segundo o diretor médico da Merck, José Octávio Costa Filho. "Essa medida reduziu pela metade o tempo (de aprovação e de importação) e foi suficiente para chamar atenção da matriz, uma vez que temos muita qualidade técnica", explicou o médico.