A dor de garganta atua como um lembrete de que alguma coisa não está bem no organismo. Saiba como orientar os pacientes no ponto de venda
“A dor é sempre um sinal de alarme e faz parte da ‘Tríade da Inflamação’: dor, calor e rubor”, avalia a professora de farmacologia do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB), Dra. Eline Matheus. Segundo a profissional, portanto, a primeira atitude a ser tomada é procurar um médico para o correto diagnóstico. “A dor pode ser tratada com um analgésico, a inflamação, com um anti-inflamatório e caso seja um processo bacteriano, é necessário que se utilize um antibiótico”, ensina a profissional. No ponto de venda, o farmacêutico pode e deve lembrar ao paciente que todas as prescrições devem ser adequadamente feitas por um médico especialista – e nunca por conta própria.”A automedicação é sempre prejudicial, porque o medicamento inadequado pode marcarar a real condição do paciente”, ensina a Dra. Eline.Para a professora de farmacologia, a única informação que o profissional farmacêutico deve passar ao paciente com os sintomas da infecção na garganta , porém sem receituário, é a visita ao especialista. “Já caso o paciente já esteja com o receituário em mãos, o farmacêutico deve orientá-lo a manter o tempo de tratamento prescrito de todos os medicamentos, independente dos sintomas não existirem mais”, conclui.
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