Para o controle das mercadorias em uma loja, é necessário o uso de um bom inventário. Em um sistema automatizado, o item é cadastrado assim que chega ao estabelecimento com o preço de custo, e quando é vendido – normalmente através do código de barras – a baixa é dada automaticamente. Aqueles que não têm esse sistema podem contar manualmente e, depois, armazenar no sistema.
O inventário é de extrema importância pelas informações que guarda. “Estando o sistema atualizado, é muito mais fácil para o gestor fazer a apuração dos resultados (se está tendo lucros ou não”, explica o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Ari Antonio Rosolem. Além disso, dá inteira noção do estoque, informações sobre giro de cada produto e evita que medicamentos vencidos fiquem à venda.
Porém, erros no sistema são corriqueiros, sendo comum, por exemplo, números negativos. Por isso, o melhor é deixar duas pessoas responsáveis pelo trabalho, para que os resultados sejam comparados e, caso haja diferença, uma terceira pessoa faz o tira-teima.
O erro pode ser encontrado, também, em empresas que têm mais de uma filial, pois a transferência de produtos pode não ser colocadas no sistema já que, normalmente, cada loja tem seu próprio inventário.
Existem duas formas de lidar com o problema: a companhia contratar uma equipe que faça o inventário de todas as lojas ou a própria equipe da loja fazê-lo.
Fonte: Guia da Farmácia edição 220 – Por: Claudia Manzzano
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