Por Luiz Goes, sócio sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza
Todas as empresas, em especial aquelas que possuem relacionamento direto com o consumidor final, sabem que devem possuir um canal que permita responder rapidamente aos elogios, às críticas e às sugestões que circulam em velocidade quântica pela internet. Boa parte das empresas já começa a incorporar esses processos de relacionamento. Mas será que isso é o suficiente?
Uma ferramenta interessante, e que já vem sendo utilizada por grandes redes americanas, utiliza fundamentalmente o Facebook e permite a criação de subcomunidades que possuem interesses comuns e todos estes ligados a alguma rede varejista.
Outro exemplo interessante vem sendo utilizado pela rede americana de drogarias Rite Aid. Através do acompanhamento de suas vendas, a rede pode identificar quais os tipos de produtos mais vendidos em alguma loja ou em alguma região. O exemplo mostrado apresentou o levantamento da rede na identificação da venda de produtos ligados ao diabetes, por sinal uma das preocupações de saúde atuais. Uma vez identificadas as áreas de maior incidência de vendas, utilizando a mesma ferramenta de criação de micro comunidades, podem ser geradas ações ligadas a campanhas sociais sobre o tema, bem como promocionais ligadas à venda de produtos ou serviços.
Quando a Internet chegou, a pergunta era: como vamos vender utilizando o mundo virtual? O aprendizado foi doloroso, pois gerou a famosa bolha; mas deixou como legado o caminho por onde desenvolver o e-commerce que hoje já se sustenta, muito embora ainda em processo de desenvolvimento. Com as redes sociais o fenômeno se repete. Ainda estamos engatinhando e buscando a melhor forma de monetizar esta realidade que hoje
ainda é mais fantasiosa do que prática.
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