É comum as mães se preocuparem com os filhos. Na gravidez, essa preocupação também acontece, pois a espera do bebê cria fantasias e expectativas em relação a ele.
As preocupações da futura mãe podem ser excessivas e, com isso, tornar-se um problema, gerando um estresse que pode prejudicar tanto as mamães quanto os bebês.
De acordo com a psicóloga Cynthia Boscovich, existe ainda muita ansiedade relacionada ao excesso de informações disponíveis nos mais variados meios de comunicação. Por causa disso, as futuras mamães, mesmo sem querer, são invadidas por informações até mesmo contraditórias relacionadas à gravidez, parto, e cuidados com o bebê.
Algumas chegam até a ficar confusas sobre a forma de proceder nos casos que merecem maior atenção. Um exemplo disso são as opiniões divergentes sobre preparar ou não o seio para o aleitamento ainda durante a gravidez.
No organismo
Converse com as clientes greavias de sua farmeacias que fiquem atentas ao estresse e a ansiedade, que fazem com que a glândula suprarrenal libere na corrente sanguínea quantidades elevadas de hormônios, como adrenalina e cortisol. Estudos mostram que, com o aumento desses hormônios, pode ocorrer uma queda das funções orgânicas, como perda da resistência imunológica, deixando o organismo mais vulnerável às doenças, como infecções e inflamações.
É possível que outros sintomas, como diminuição ou aumento da pressão arterial, problemas cardíacos, diabetes e lesões de pele, também decorrentes do estresse e ansiedade acometam não só a mãe, mas também o bebê e, nos casos mais graves, até provoquem trabalho de parto prematuro, prejudiquem o crescimento do feto e causem até seu sofrimento.
Fonte: Cynthia Boscovich, psicóloga
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